terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Este Natal ser guloso, dá prémios Tetra Pak: MENÇÃO HONROSA.

Memória Descritiva
Árvore de Natal
Materiais: Embalagens de cartão para alimentos líquidos da marca TETRA PAK/ variados assim como embalagens do tomate guloso; caixas de cartão grosso, compasso, régua, lápis de grafite, marcador de acetato e de pintar em tecido, tesoura, x-ato, pistola de cola quente, colas variadas, (de contacto, cola quente)
Modo de execução:
Em função do desafio proposto foi sugerido ao grupo de alunos de diferentes turmas (6ºA, E, D) que pensassem num projeto para a construção de uma árvore de Natal toda ela construída com Terta Pak, não esquecendo a utilização da “tetra pack da Guloso”. Foi proposto o seguinte slogan “para a árvore de natal decorar, tetra pack guloso deves usar”.
Dos estudos apresentados, escolhemos elementos dos vários projetos e elaboramos uma árvore que significa diferentes olhares sobre o Natal assim como dos seus elementos simbólicos.
É uma árvore tridimensional, (50x50x78cm) composta por quatro lados. Cada lado tem uma decoração diferente. Um dos lados está decorada com os elementos do presépio e anjos; outro com representações do Pai Natal, outro com anjos “meninas” e outro mais bucólico representando a natureza com casas e animais.
1. Começamos por organizar os materiais a utilizar:
1.1 Começamos por fazer a estrutura da árvore, para isso recorremos a caixotes de cartão.
1.2 Para a base da árvore, desenhamos uma circunferência de raio igual a 25cm e dividimos a circunferência em 4 partes iguais. Cortamos.
1.3 Traçamos quatro triângulos retângulos com 25cm de base e 60cm de altura. Cortamos.
1.4 Para construir a estrutura da árvore, colamos os triângulos à base utilizando para isso cola quente.
1.5 Cortamos ainda mais quatro triângulos de diferentes dimensões para criar dois planos mais recuados.
2. Abrir, lavar e espalmar os TETRA PAK.
2.1 Recortamos os símbolos, (FSC; PROTEGE TETRA PAK o que é bom).
2.2 Para forrar toda a estrutura da árvore cortamos a tetra pack em tiras mais ou menos de 1 a 1,5 cm.
2.3 Enrolámos as tiras fazendo rolinhos que colamos posteriormente à forma.
2.4 Com as tiras, construímos uma série de estruturas modelares, que colamos nos diferentes planos da forma.
2.5 Construímos as pequenas árvores que decoram a grande árvore com rolinhos da tetra pack.
2.6 Construímos uma série de casinhas fazendo pequenas caixas com a tetra pack, para simular as janelas e porta recortamos códigos de barras e colamos.
2.7 Para a construção das diferentes imagens que compõem a decoração da árvore, utilizamos prioritariamente embalagens da tetra pack guloso. As formas dos elementos apresentados, (anjos, Pai Natal, meninas), foram quase todas construídas tendo como forma principal a circunferência, desenho / corte/ recorte e colagem. Recorremos também ao origami para a construção das figuras do presépio. Desenhamos a forma de uma ovelha que reproduzimos várias vezes, para isso usamos a cor prateada e branca da tetra pack.
2.8 Utilizamos formas decorativas das diferentes tetra pack como: recorte de flores, planos verdes, animais (vacas).
2.9 Desenhamos e cortamos um conjunto razoável de estrelas de cinco e seis pontas, que colamos em diferentes espaços da árvore.
2.1.1 terminamos com a construção de uma estrutura modelar em forma de estrela, toda ela executada com tiras de tetra pack que colamos no cimo da árvore.


O trabalho desenvolvido foi feito por grupos de alunos do 6º A,D;E (Agrupamento de Escolas Carlos Amarante); Escola EB, 2,3 de Gualtar – Braga, no âmbito da Disciplina de Educação 

PARABÉNS!!!!!!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Projeto Eco-Escolas: «Reflorestar Braga»

   No dia 24 de novembro, alguns alunos da E.B.2,3 de Gualtar, desde o 5º até ao 9ºano, deslocaram-se ao monte do Picoto, no âmbito do projeto Reflorestar Braga. A atividade decorreu desta maneira: entramos num autocarro novinho que nos transportou até ao Picoto. Como fomos os primeiros a chegar e a cumprir horários, ainda houve tempo para uma foto de grupo!  Era lindo e como somos muito vaidosos começamos a tirar selfies e fotos; foi divertido, mas começou a chover, passados alguns minutos! Então começamos todos a entrar para o autocarro. E lá fomos nós, até ao local do encontro! Mal chegamos começou a chover mais, então a CMB ofereceu-nos uns casacos transparentes para a chuva. Eu tive sorte porque uma amiga minha levou um guarda-chuva e eu abriguei-me por baixo dele.
  De vez em quando havia bátegas intensas! Mas todos, professores e alunos, continuávamos a trabalhar, a reflorestar o Picoto.
  Com sorte, já no final, a chuva abrandou um bocadinho até que parou de chover e todos ficamos felizes! Aquilo foi uma gargalhada, todos sujos, enlameados e encharcados. ..
   Depois fomos atirar as granadas de sementes no monte da Falperra e finalmente regressamos à escola, pelas 16.30h

     Ah! Ainda recebemos um pequeno lanchinho reconfortante!


domingo, 26 de novembro de 2017

Correio do Minho - Crianças deixam recado a quem queimou floresta

Correio do Minho - Crianças deixam recado a quem queimou floresta

Granadas de vida … sementes… à chuva!

     No dia 24 de novembro de 2017, um dia de copiosa chuva mas muito caloroso de afetos e entreajuda, um grupo de alunos animados e muito bem-dispostos da Escola Básica de Gualtar enchia um autocarro de risos e gargalhadas!
     Os primeiros a chegar ao miradouro do Picoto, num breve momento de tempo momentaneamente seco, aproveitaram para apreciarem uma vista panorâmica da capital dos arcebispos, numa ocasião especial em que todos comentaram e lamentaram os inúmeros incêndios que assolaram recentemente a região.
     Passados alguns minutos, quando os outros grupos de alunos das escolas participantes no projeto Eco Escolas fizeram a sua aparição (tal como a chuva miudinha…), foi efetuada a distribuição de capas de chuva, assim como de árvores diversas, prontas para serem plantadas.
      Então, bátegas de chuva intensa abateram-se sobre todos, transformando uma tarde cinzenta num tempo muito animado, com mãos sujas de terra, lama nas botas e sapatilhas, gotas de água a escorrerem ligeiras pelas capas e pelos cabelos!
      Nas zonas previamente selecionadas, referentes ao espaço destinado a cada Eco Escola, os alunos mais velhos manuseavam as ferramentas, cavando desembaraçadamente covas para se plantarem aí as novas árvores, enquanto que os professores e os outros alunos as colocavam no local selecionado, tapando depois com terra e calcando fortemente.
      Passada uma hora ou mais, todos de regresso ao autocarro para se dirigirem à Falperra, zona muito prejudicada pelos incêndios, foram lançadas as “granadas de sementes”, numa ação simbólica (mas não só…), para as gerações futuras poderem desfrutar da sombra de carvalhos, castanheiros, medronheiros …

      Um lanchinho reconfortante constituiu a “cereja no topo do bolo”!

FLORESTAR BRAGA